Pense nisso


Não despreze as lutas, elas vem para te deixar mais forte!

Cristiano Russell

sábado, janeiro 28, 2012

FBI pode ser processado

SAUDAÇÕES NERD


Usuários do MegaUpload devem processar o FBI

Iniciativa do Partido Pirata visa juntar pessoas que perderam arquivos pessoais hospedados no site devido ao seu fechamento por autoridades estadunidenses.


O TorrentFreak noticiou hoje que usuários que se sentiram lesados com o fechamento do MegaUpload planejam processar o FBI. A ideia do processo é que pessoas que tinham arquivos pessoais hospedados no site, ou seja, nada que infringisse qualquer lei de direito autoral, entrem com ação contra autoridades dos EUA.


Quem organiza a ação é o Partido Pirata da Califórnia em conjunto com partidos piratas de várias partes do mundo. Eles estudam brechas na lei que permitam uma ação coletiva contra os responsáveis pela desativação do site que era um dos maiores compartilhadores de arquivos do planeta.

Se levarmos em conta de que muitos guardam ali arquivos particulares, inclusive para fins de backup, os piratas não devem ter dificuldades em encontrar internautas prejudicados pelo fechamento do MegaUpload.

“Esta iniciativa é um ponto de partida para ajudar usuários de internet legítimos a se defenderem de abusos legais promovidos por aqueles que desejam trancar materiais culturais de forma agressiva para seu próprio ganho financeiro”, alegam os piratas em declaração na página em que convocam internautas para se juntarem à causa.


Via TecMundo

Google é Inocente

SAUDAÇÕES NERD


Inocente: Google não tinha ligação com o Megaupload desde 2007

Empresa não queria ter nome ligado à pirataria e retirou os pagamentos de AdSense.


O processo sobre as atividades criminosas do Megaupload, que levou ao fechamento do site na semana passada, ainda está só começando. A leitura do laudo do governo norte-americano sobre a página de compartilhamentos revelou alguns dados bastante interessantes, como a relação entre os acusados e o Google.

De acordo com o Arstechnica, um dos parágrafos do texto fala que a empresa de Mountain View cortou o pagamento referente aos anúncios publicitários (AdSense) do Megaupload ainda em 2007, quando o Google analisou a página e descobriu vários conteúdos que “infringiam direitos autorais” – em outras palavras, que incentivavam a pirataria.

Desse modo, o Google pode ficar tranquilo, já que não será acusado de nenhum tipo de suporte ao Megaupload – e outros sites similares, já que a empresa tem lutado nos últimos meses para desvincular seu nome de produtos piratas. O site de compartilhamentos, por outro lado, resolveu criar um sistema próprio de publicidade, gerando até mais lucros do que os obtidos com o serviço antigo.


Via TecMundo

MegaBox

SAUDAÇÕES NERD



Megaupload lançaria site para concorrer com gravadoras

Megabox destinaria até 90% das vendas para os artistas e contaria com o apoio da Amazon.


(Fonte da imagem: Megaupload / Reprodução)
O fechamento do Megaupload pelo FBI pode ter sido uma represália por parte das gravadoras contra o novo modelo de negócios que Kim Dotcom estava planejando. A revelação dos planos do fundador do site indica que uma possível revolução no mundo da música estava a caminho, antes de ser freada pela indústria fonográfica.


Segundo informações lançadas na imprensa especializada, Kim Dotcom planejava criar um site chamado Megabox. A página permitiria aos artistas vender as suas canções diretamente para o público e pagaria 90% das receitas para os proprietários da música.

Além disso, outro modelo de negócios, batizado de Moviekey, já testado junto aos visitantes do Megaupload, permitira remunerar os artistas até mesmo pelos downloads gratuitos. Dotcom teria afirmado ainda que o novo site entraria no ar neste ano, tinha como um dos sócios a Amazon e bateria de frente com a iTunes Store, da Apple.

A iniciativa do Megauplod seria a justificativa para que músicos como Kanye West, Alicia Keys, Will I Am e Snoop Dog apoiassem o site dando declarações em um vídeo publicado no ano passado. Imediatamente, a Universal Music conseguiu retirar as imagens do YouTube, mas a Google o colocou novamente no ar alegando que a gravadora não possuía os direitos autorais sobre o conteúdo.



Via TecMundo

segunda-feira, janeiro 23, 2012

A Sopa azedou ²

SAUDAÇÕES NERD

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A Sopa azedou

  • 22 de janeiro de 2012|
  •  
  • 18h12|
Por Redação Link
Projetos de lei que tornariam a internet inviável foram adiados mais uma vez. Mas a briga não acabou
Por Jenna Wortham e Somini Sengupta, do The New York Times
Quando o governo Obama anunciou no dia 14 sua oposição a cláusulas importantes de dois projetos de lei do Congresso que visam reduzir as violações de direitos autorais na internet, a indústria de tecnologia, que vem lutando contra a proposta, achou que havia vencido. Mas, tanto no Vale do Silício quanto em Hollywood, era só uma batalha.

A Associação Cinematográfica dos EUA (MPAA, na sigla em inglês), que representa os estúdios de Hollywood e é a principal defensora da legislação contra a pirataria, disse que continuaria pressionando o governo pela aprovação de uma versão modificada dos projetos, conhecidos como Sopa (Lei para acabar com a Pirataria Online, na sigla em inglês) e Pipa (Lei de Proteção da Propriedade Intelectual). “Esperamos que a Casa Branca tenha um papel construtivo no avanço da #Sopa e da #Pipa”, postou a associação no Twitter.
Alguns expoentes desta indústria não foram tão diplomáticos. O diretor executivo da News Corp., Rupert Murdoch, foi um deles e numa série de mensagens via Twitter disse: “Então Obama preferiu associar-se aos comissários do Vale do Silício que ameaçam os criadores de software com pirataria, um roubo puro e simples.”
Os projetos contra a pirataria constituem um teste difícil para a indústria digital, jovem, desorganizada e em grande parte inexpressiva do ponto de vista político. Não está claro se companhias como Facebook e Google, deixadas à própria sorte, poderiam influenciar os membros do Congresso ou a Casa Branca sem usar a internet para mobilizar a oposição de tecnólogos, empreendedores e consumidores.
A oposição veio de um amplo espectro, que inclui especialistas em segurança da informação, preocupados com uma cláusula que possa afetar os endereços da internet, enquanto os investidores temem que a legislação coíba a inovação das startups da área de tecnologia.
E ela ainda foi alimentada por alguns dos sites mais inovadores da rede. O Reddit e outros sites – como os blogs BoingBoing e Gizmodo, a Cheezburger Network, a revista Wired, a plataforma WordPress, e o próprio Google – modificaram suas páginas na quarta-feira para alertar seus usuários sobre o problema. A Wikipedia chegou a ficar fora do ar durante o dia todo, em protesto.
No mesmo dia, senadores que apoiavam a lei trocaram de lado. E a batalha da vez terminou na sexta-feira: tanto a votação da Pipa, que seria amanhã, quanto da Sopa foram adiadas sem prazo definido. Isso ocorreu logo depois de o governo dos EUA fechar o site Megaupload e de um contra-ataque do grupo hacker Anonymous (leia mais aqui).
“Parece que a internet está ganhando uma batalha contra uma lei potencialmente muito ruim”, escreveu Craig Newmark, fundador da Craigslist, o site de anúncios de classificados online, em seu blog.
Markham C. Erickson, CEO da NetCoalition, que inclui entre os seus membros Google e Yahoo, disse que é cedo para rejeitar as versões da Câmara ou do Senado destes projetos. Ele disse que resta em aberto a possibilidade de o seu grupo acabar com os projetos ou pressionar para que sejam introduzidas importantes mudanças.
“Temos uma chance de corrigir a proposta legislativa até descobrirmos o tipo de legislação necessária”, disse Erickson. “Temos a oportunidade de recuar, ajustar e compreender onde está o problema.” Vários sites importantes e empresas que acabam de entrar no mercado foram os que mais se opuseram aos projetos e afirmam que não deixarão tão cedo sua defesa online.
Os comentários das autoridades da área de tecnologia do governo são um sinal de que finalmente começaram a prestar atenção ao alerta feito pela indústria de tecnologia e sobre como estas leis favorecem a censura e prejudicarem a sobrevivência das empresas online. “É encorajador que, contrariamente a todas as probabilidades, tenhamos ido tão longe nesta questão, mas isto não acabou”, disse Erik Martin, o diretor gerente da Reddit, site social que moveu algumas das críticas às leis. “Estamos apavorados com a possibilidade de estes projetos serem aprovados de uma forma ou de outra.”
A manifestação online é importante porque esta é uma das poucas vezes em que a indústria se une em torno de uma questão crucial, disse Jonathan Zitrain, professor da Faculdade de Direito de Harvard, que estuda a influência da rede na sociedade.
Embora questões delicadas, como créditos fiscais, política de patentes e neutralidade da rede, tenham levado os representantes do setor para Washington no passado, a Sopa “fez o mundo da tecnologia acordar”.
Michael O’Leary, vice-presidente executivo da MPAA, disse por telefone de Washington que o grupo continuará fazendo lobby em favor dos projetos atuais. “Não acho que seja necessário reformular tudo”, disse.
Vários representantes do setor, como Fred Wilson, investidor cuja empresa, Union Square Ventures, apostou em vários sites (como Tumblr, Twitter e Etsy), esperam um resultado mutuamente benéfico. “Adoraríamos que isto acontecesse; os próprios representantes do setor de entretenimento, os que investiram muito nos projetos Sopa e Pipa, uniriam-se a um grupo do setor de tecnologia que vem lutando ativamente contra e debateriam sobre a maneira certa de resolver o problema. Mas não vou falar em vitória ainda.”
Pablo Chávez, diretor de políticas públicas do Google, disse em um comunicado: “Como tantos outros, acreditamos que o Congresso quer que seja uma coisa bem feita. Sabemos que existem determinadas maneiras inteligentes de fechar sites estrangeiros infratores, sem pedir às companhias americanas que censurem a internet”.
Martin, do Reddit, concorda. “A internet é confusa e caótica e permite coisas que não são corretas, como a pirataria, mas a resposta do governo federal não deve ser a aprovação de uma burocracia e de uma legislação potencialmente incorretas”, disse Martin. “Não é assim que se resolvem as coisas.”

Não se REPRIMA

SAUDAÇÕES NERD

Mosca na Sopa e Buraco na Pipa

SAUDAÇÕES NERD

ESSE TEXTO FOI RETIRADO DE OUTRO SITE MESMO.
DEVIDOS CRÉDITOS A ARTHUR FERNANDES - JORNALISTA



Sopa é a sigla para (Stop Online Piracy Act) e significa Lei de Combate à Pirataria Online. A “mosca” nessa sopa de letrinhas é o congressista norte-americano e presidente do Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes, Lamar Smith. Republicano, do Texas, ele é o autor do projeto de lei que deverá ser votado no mês que vem nos Estados Unidos e que pretende alterar a forma como todos os usuários navegam atualmente na internet.

Impacto global

Essa mudança prevista, leia-se censura, não será exclusiva para cidadãos dos Estados Unidos. Privações de acessos poderão ocorrer no mundo todo, já que os principais servidores de sites que usamos hoje para nos comunicar estão instalados em solo norte-americano e até as siglas, como “www. e .com”, estão sob o domínio da legislação do país que interligou as primeiras redes de computadores. Com o pretexto de fazer o controle antipirataria, o território ainda livre da web poderá sofrer censura. Esse cerceamento do direito de clicar é incitado, principalmente, pelas grandes indústrias do entretenimento. Isso poderá implicar até na forma como você, eu e nós publicamos um link hoje no Twitter ou no Facebook, por exemplo.

TCP/IP e Protect IP

No mesmo Congresso que, em meados da década de 1980, aprovou uma linguagem universal para as redes de computadores, o TCP/IP, com o apoio do então senador democrata Al Gore, que taxou a unificação daquelas primeiras redes de computadores como “a superestrada da informação”, a palavra “compartilhar” está em risco. Dentro da Sopa, está a Pipa, sigla que define o termo Protect IP. Caso a lei seja aprovada, e-mails poderão ser devassados em nome da busca de algum link que possa infringir direitos autorais. Sites poderão ser tirados do ar e o governo americano e empresas que se considerarem lesadas poderão fazer essas ações, até mesmo, em sites hospedados fora do território norte-americano. O governo Obama tem se declarado contrário às restrições do texto do adversário republicano. Mas há setores dentro do governo, principalmente, aqueles mais paranóicos com o pós 11 de Setembro, que tendem a apoiar a iniciativa do texano Lamar. Mas como tudo na rede é passível de uma boa e velha gambiarra, endereços “www.” poderão ser burlados por números de IP (192…) e o acesso à informação continuará sendo livre. Mas a tentativa de censura poderá tornar a rede mais instável e cada vez mais insegura quanto às informações sigilosas dos usuários, por exemplo.

Manifestações na rede

Em 2011, as redes sociais na internet ajudaram a derrubar “cortinas de ferro” em países ainda dominados por tiranos. Materiais colaborativos e difundidos pela internet ajudaram a organizar manifestações populares, que chegaram a derrubar governos ditatoriais. Agora, janeiro de 2012 também entra para a História como o início do debate mais intenso sobre restrições à liberdade de navegação na internet. Esses últimos dias foram marcados pelo posicionamento contrário de gigantes da web, como Wikipedia, Facebook e Google, ao projeto de lei da Sopa. Os sites mais acessados da internet ameaçam tirar suas páginas do ar, temporariamente, em um protesto contra as restrições que a nova legislação pretende imprimir. Como é de praxe, a página do Google (foto) deu o seu recado.

Retrocesso

Por décadas, computadores foram espécies de ilhas. As primeiras redes de computadores, como a Arpanet, ainda eram desconexas e reuniam poucas máquinas das Forças Armadas dos Estados Unidos, de um número limitado de empresas e de algumas universidades norte-americanas. Com a popularização do computador e a criação das redes LAN, isso mesmo – de LAN House -, o usuário doméstico ganhou força nesse universo digital. “A internet foi a “chave para libertar as informações das limitações físicas. As informações pertenciam ao mundo, não a alguma entidade que pudesse apropriar-se delas. Essa ideia simples é tão poderosa que reordenou setores inteiros, da mídia ao varejo, e aos bancos, e muito mais. E o seu impacto político e social – potencialmente maior – apenas começou a aparecer”. Quem escreveu isso não fui eu. Está contido no livro “Tornando o mundo melhor – Ideias que moldaram um século e uma empresa” sobre o centenário da IBM, uma das empresas precursoras da internet. Será que um congressista norte-americano conseguirá alterar essa dinâmica?

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Filme Nerd - MIB III

SAUDAÇÕES NERD




Sinopse: No novo filme, o agente J (Will Smith) terá que viajar no tempo, e voltará para o ano de 1969, onde tentará impedir o motoqueiro Yaz (Jermaine Clement) de destruir o mundo no futuro. No passado, ele contará com a ajuda do jovem K (vivido por Tommy Lee Jones no presente e Josh Brolin no passado). A comédia ficará por conta das personalidades dos anos 60 que vão se revelar alienígenas, estão Yoko Ono, Fidel Castro, Jimi Hendrix e até Andy Warhol.
Data Prevista: 25/05/2012
Elenco Com: Will Smith e Tommy Lee Jones

Via Kinoplex

terça-feira, janeiro 03, 2012

Será o rastreador de DBZ?

SAUDAÇÕES NERD

Google pode estar desenvolvendo óculos que dão informações em tempo real

Uma das mais interessantes tecnologias que o Google pode estar trabalhando dentro do seu laboratório secreto, o "Google X", é uma espécie de óculos com um computador, que forneceria ao usuário informações em tempo real sobre aquilo que ele está vendo, de acordo com o Daily Mail.

No laboratório, engenheiros da empresa desenvolvem produtos de alta tecnologia de acordo com o conceito de "computação para vestir". Entre as novidades que podem estar sendo feitas lá dentro, estão relógios que usam o sistema Android, além dos óculos com telas transparentes que dão informações sobre o mundo real.

"São protótipos de óculos que parecem os que as pessoas usam normalmente", afirma o jornal britânico. "Porém, eles têm uma tela com uma interface de computação. Existem alguns pequenos botões na armação, mas, tirando isso, podem ser facilmente confundidos com óculos normais", afirmou.

Os óculos também usariam uma versão adaptada do Android, o que faria parte de uma ação do Google para transportar o seu sistema móvel para diversos tipos de tecnologia, além de tablets e smartphones. Com eles, o usuário, ao olhar para algum objeto, poderia receber informações mais precisas sobre ele direto nas telas - que ficariam no lugar das lentes.

A existência do laboratório Google X já foi confirmada pela empresa - é uma área secreta onde produtos de alta tecnologia são testados e desenvolvidos. A empresa destina 20% do tempo dos seus funcionários para o desenvolvimento de novas tecnologias - e aí é que alguns dos engenheiros vão para o Google X testar novidades.

via olhar digital

UltraBooks ?

SAUDAÇÕES NERD


Tudo o que você precisa saber sobre os Ultrabooks, que devem chegar fortes ao mercado em 2012


Stephanie Kohn

Você já ouviu falar no Ultrabook? Este é um novo conceito de notebook, desenvolvido pela Intel. Em maio de 2011, a fabricante de chips investiu nessa nova classe de computadores e, desde então, empresas como Acer, Asus, LG e HP já lançaram ou anunciaram modelos que seguem o novo conceito.

Mas, o que um computador precisa ter para ser considerado um Ultrabook? Segundo a Intel, para que um notebook se encaixe na nova categoria é preciso que ele tenha menos de 21 milímetros de espessura - e, o mais complicado, custe menos de US$ 1 mil. 

"Nós reconhecemos que essa característica [preço inferior a US$ 1 mil] é essencial para o ultrabook atingir a massa e se tornar um produto dominante em 2013. Porém, esse valor é referência nos Estados Unidos. Aqui no Brasil existem taxas que fazem o preço subir, mas acreditamos que será possível oferecer produtos de boa qualidade em torno dos R$ 2 mil até o fim do ano que vem", explica Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel.

Os primeiros Ultrabooks do mercado já saíram equipados com processadores Intel Sandy Bridge de 32 nanômetros. Porém, com a popularização do modelo, a companhia espera que os laptops evoluam e ganhem processadores mais novos como o Ivy Bridge, de 22 nanômetros. Para quem não sabe, nanômetro é a medida utilizada para medir cada transistor presente no processador e, quanto menores eles ficam, maior é a possibilidade de colocar mais deles em um único processador. Isso, obviamente, aumenta a performance do seu computador. (Para efeito de comparação, o vírus da gripe tem 100 nanômetros de tamanho!)

Além desses detalhes, esses notebooks são super finos, leves, possuem baterias mais duráveis – mínimo de cinco horas de duração - e tem inicialização rápida, cerca de sete segundos. Neles, os tradicionais discos rígidos foram substituídos por SSDs, também conhecidos como memória flash. Por conta de tudo isso, os Ultrabooks são fortes concorrentes dos notebooks e até tablets, pois alguns deles virão até com telas sensíveis ao toque.

Para o desenvolvimento desses laptops ultrafinos, a Intel criou um fundo de investimento de US$ 300 milhões. A ideia é investir em empresas especializadas em tecnologias que ajudem a aumentar a vida útil da bateria dos Ultrabooks, além de melhorar design e o armazenamento dos aparelhos.

Ainda com o objetivo de impulsionar a entrada dos Ultrabooks no mercado, a Intel lançará um projeto para ajudar pequenas empresas a desenvolver seus próprios modelos. A fabricante de processadores fará acordos que envolvem grandes fabricantes de peças, como Foxconn e Pegatron, e os pequenos empreendedores. "Prestamos atenção em pequenos integradores e procuramos fazer um trabalho de aproximação e apoio com integradores em Taiwan", afirma o diretor.

Segundo Cássio, 2012 será um ano muito importante para os ultrabooks. Ele acredita que um terço do mercado mundial de notebooks será dominado pela nova categoria de portáteis. "No Brasil temos regras rígidas de manufatura local e tudo isso gera um certo desafio. Por isso, a curva de adoção tende a ser menor", comenta. "No entanto, temos certeza de que haverá um crescimento no desejo do consumidor, pois o ultrabook é uma revolução na experiência do notebook", conclui.

Primeiros Ultrabooks do mercado

Acer Aspire S3

O ultrabook lançado em novembro já está nas prateleiras de grandes varejistas. Os primeiros modelos que chegam ao Brasil têm preços a partir de R$ 2.799 na versão de 4GB de RAM, 320 GB de HD e processador Intel Core i3. Já o modelo com processador Core i5 sai por R$ 2.899 e nos equipados com Core i7, o preço aumenta para R$ 3.599.

O laptop tem 1.3 cm de espessura, pesa menos de 1.4 quilo e conta com uma tela LED HD de 13.3 polegadas. Segundo a fabricante, a bateria de alta densidade dá sete horas de autonomia, dependendo da intensidade do uso. O retorno do modo sleep acontece em em 1 segundo e meio e a vida útil da bateria é proporcionada pelo "Acer Green Instant On". Já a função "Acer Instant Connect" permite que o laptop se conecte à internet em apenas 2,5 segundos.

Asus UX21

O computador portátil da empresa foi o primeiro Ultrabook lançado. O laptop mede 9 milímetros de espessura, pesa 1.1 quilo e tem corpo de metal, além de um trackpad de vidro. O UX21 vem em três modelos: 64 GB de armazenamento em SSD, 128 GB ou 256 GB com processadores Sandy Bridge Core i3, i5 ou i7, respectivamente. Além disso, todos os modelos possuem USB 3.0, que multiplicam as taxas de transferência do atual USB 2.0 em até 10 vezes.

HP Pavilion dm3

Durante o Editor's Day, evento anual da Intel de apresentação de novidades à imprensa, a HP anunciou seu primeiro Ultrabook, com previsão de chegada no Brasil no primeiro semestre de 2012.

O computador é baseado em um processador Intel Core i5 da família Sandy Bridge, de 32 nanômetros, possui 4 GB de memória RAM e SSD de 128 GB. A tela de LED tem 13,3 polegadas e resolução HD. O principal destaque da máquina é a espessura de apenas 18 mm, e o peso de 1,49 kg. Segundo a HP, a autonomia de bateria é de até 9,5 horas.

LG XNote Z330

Parecido com o MacBook Air da Apple, o Ultrabook da LG tem 13,3 polegadas, 8 milímetros de espessura, processador Sandy Bridge de 32 nanômetros, e chega em dois modelos. A versão Core i5 tem 120 GB de HD e a Core i7 tem 256 GB. Os preços são: R$ 1.509 e R$ 1.863, respectivamente.

Via olhar digital

Nerd e suas idéias

SAUDAÇÕES NERD


Engenheiro sincroniza 25 mil lâmpadas de Natal para fazer música do Angry Birds


John Storms, um engenheiro do Texas (Estados Unidos) levou o espírito natalino a sério. Ele sincronizou 25 mil lâmpadas natalinas que, além de iluminarem sua casa, resultaram na trilha sonora do game Angry Birds.

Para fazer com que as lâmpadas "cantassem" a trilha sonora do jogo, John usou um notebook com um software especial, ligado a quatro controladores de luz. Cada um com 16 canais, ou seja, 64 canais para condenar as luzes. O engenheiro comprou a canção em MP3 e a converteu para WAV, fazendo com que o software reconhecesse as diferentes batidas e ritmos para conseguir sincronizar as luzes com a música.

Como o equipamento possui um transmissor de FM, carros podem estacionar e ouvir as músicas de John em seu rádio, enquanto reclinam seus bancos e assistem ao show. Obviamente, John gastou um bom dinheiro com a decoração. No total, foram gastos cerca de US$ 1,5 mil (em torno de R$2,7 mil), segundo o site Geek.com.

Assista ao resultado: 


via olhar digital

Tirinhas - Eu vs Lápis

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Quem já passou por isso dá uma curtida.

Tirinhas - Que bruxaria é essa?

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Tirinhas - Tracadilho

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